«Para que serve um orçamento impossível?», interroga-se o economista José Castro Caldas na edição de Novembro do «Le Monde Diplomatique». E responde: Ninguém acredita que o Orçamento de Estado para 2013 possa cumprir as metas do défice nem da dívida, mas não é para isso que ele serve, com a espiral recessiva e regressiva em que vai afundar o país. Serve para levar à prática e depressa, um programa de privatizações, de aumento da exploração dos recursos naturais e humanos e de transformação da segurança social, da saúde e do ensino em fontes de lucros para o setor privado, e em particular, financeiro.
sábado, 15 de dezembro de 2012
POLÍTICA: uma questão de juros
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