A propósito da nomeação do novo secretário de estado da cultura recordo alguns idiotas úteis, que viram como positiva a substituição do, para sempre execrado, Viegas.
Conheceu-se gente assim em Vichy, quando alguns supostos intelectuais caucionaram a indignidade da ocupação alemã e a cumplicidade com o holocausto.
Este secretário de estado ajuda a compreender como, em certas conjunturas políticas, aparecem sempre uns supostos iluminados a acederem á condição de berloque na lapela a um poder ilegítimo e indigno.
Concretizando: para reduzir ao Estado um contributo anual de 3 milhões de euros, o secretário de estado em causa vê-se agora com um menino nos braços, que lhe custará cinco vezes mais.
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