sábado, 29 de dezembro de 2018

Uma crise iminente, não tão grave quanto alguns desejariam


Na France Culture um economista (Jean-Marc Daniel) corrobora a tese de não se vir a repetir em 2019 um crescimento mundial equivalente ao verificado no ano que finda - 3,9% - e não só pelas divergências sino-americanas, nem pelas devidas aos aleatórios tweets de Trump. Estaríamos agora numa fase de inversão dos ciclos propostos por Keynes, que fazem alternar fases de expansão económica com outras de inevitáveis recessões. Mas com a vantagem desta em concreto vir a ser amortecida pelo baixo custo do petróleo no mercado internacional.
Não se prevendo diabos, nem infernos, poderemos confiar na continuação da estabilidade política tal qual conhecemos nos últimos três anos, com a recondução eleitoral dos mesmos protagonistas à esquerda. Já quanto ao reduto contrário, quem aposta nos efeitos das prometidas noites das facas longas?

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