sexta-feira, 11 de maio de 2018

Hoje vou voltar a votar em António Costa e no José Geraldes


Hoje é dia de ir votar em António Costa para novo mandato enquanto secretário-geral do Partido Socialista e, por inerência, primeiro-ministro de Portugal nos anos vindouros. De facto tendo em conta os resultados extremamente positivos da governação durante estes dois anos e meio, será a ele, em convergência com a atual maioria parlamentar, que os eleitores confiarão o seu voto nas legislativas do ano que vem. Mesmo que os incendiários se aprestem a repetir este verão os crimes do ano transato - relativamente aos quais Marcelo e o poder judicial têm mostrado esclarecedora complacência! - ou as direitas insistam em tapar as evidências presentes com os casos de não comprovada corrupção do passado, cientes de escamotearem os telhados de vidro, que têm na matéria, graças ao controle quase total da comunicação social..

Por isso importa garantir a António Costa a vitória arrasadora, que merece, reduzindo o candidato de opereta, que se lhe opõe à sua efetiva irrelevância. Arrivista serôdio, acolitado numa corte de gente que se pretende servir do Partido em proveito pessoal, independentemente do que isso possa prejudicar o interesse coletivo, esse candidato alternativo só se justifica porque existirão sempre aqueles que olham para o umbigo e se julgam com talentos, que mais ninguém reconhece, ou os frustrados do passado segurista, que com  a anterior liderança, se julgavam destinados a protagonismos, cerceados pelos resultados das primárias de 2014.
Infelizmente a Concelhia do Seixal ainda não se libertou dessa minoria pouco expressiva dentro do Partido, mas aqui anomalamente maioritária. De António Costa os seus próceres disseram cobras e lagartos e tudo continuam a fazer para sabotar-lhe os objetivos, Colando-se-lhe quando se trata de o pressionar para se verem contemplados com lugares imerecidos - e alguns deles viram-se absurdamente premiados nesse afã de boys,  com jobs, que continuam a subsistir apesar de, desde Guterres, se procurar reduzir-lhes a expressão - logo apostam em morder a mão, que lhes foi estendida, apressando-se a apoiar Adrião.
Daí que o meu voto na secção da Amora vá para a lista B, liderada pelo José Geraldes, pela Anabela Gomes e pelo Manuel Ramos, camaradas que têm sido incansáveis na luta por devolver ao Partido Socialista local a probidade, que lhe tem faltado. Por muito que os jornais e as televisões procurem evitar que o Congresso da Batalha seja a grande festa do que já se conseguiu para melhorar a vida dos portugueses, e o quanto se está a concretizar para que ela venha a ser ainda mais esperançosa, será da eleição de delegados identificados com esse objetivo, que ele melhor se cumprirá. O resto, seja com operetas ou com desfiliados, mais não é senão ruído.

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