É sabido que, se detesta todos os socialistas, a direita mediática cultiva particular ódio pelos que, de entre eles, mais lhe pareçam situar-se na franja mais à esquerda.
Quer com Pedro Nuno Santos, quer com João Galamba, a tentativa de amesquinhamento tem sido constante, quer com recurso a deturpações e claras mentiras, quer omitindo os resultados muito positivos da sua ação nos ministérios que dirigiram ou, no segundo caso, dirige.
É certo que o caso do computador roubado e das cenas de pancadaria é lamentável, mas quem, em cargo de responsabilidade, não cometeu o erro de contratar um colaborador, assessor ou adjunto, que se vem a revelar um trágico erro de casting e comporta-se como carta desfasada de um baralho?
Quem não passou por tal erro de contratação que atire a primeira pedra! Para tal se criou a legislação sobre os despedimentos, cuja legitimidade mais do que justificada neste caso, tem sido sistematicamente ignorada por quem se serve do suspeito de diversos crimes, contra quem agrediu e contra o Estado, para prosseguir os seus fins.
No entretanto o país vai avançando com resultados económicos invejáveis perante uma oposição, que se agarra a casos e casinhos por não ter como antepor outras políticas, que se revelem mais pródigas nos efeitos.
Bem precisa o governo de ultrapassar este caminho de pedras relacionado com a TAP para, serenamente, cumprir o seu programa e, mediante os recursos do PRR, calar de vez a destemperança verbal das direitas, mais ou menos extremas, que representam aquilo que de pior tem uma sociedade: conter quem não faz nem quer deixar fazer!
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