domingo, 2 de julho de 2017

Tão só a fúria da Natureza

O relatório do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) é revelador da excecionalidade dos fenómenos ocorridos em Pedrógão Grande na noite de 17 de junho com sucessivos downbursts a afetarem rapidamente maiores áreas do incêndio e a tornarem-no incontrolável.
Nem que a Ministra da Administração Interna tivesse as maiores competências possíveis como especialista nesse tipo de sinistros conseguiria os meios necessários para evitar a tragédia, que ali se desenvolveu. Por isso mesmo bem podem os daviddinises, em conluio com as anaslourenços pedirem demissões vezes sem conta, que estão destinadas a falhar as hipóteses de ver António Costa fazer de Constança Urbano de Sousa um eventual  fusível para o problema político recém-criado. A fazê-lo significaria admitir, que o governo poderia ter feito mais do que cumpriu face àquela circunstância. E os relatórios, mesmo que treslidos por alguns para vincarem as suas posições preconcebidas, apontam para a excecionalidade meteorológica, que ninguém poderia evitar. E, perante tais conclusões, esgotam-se os fundamentos que, por estes dias, andam a deixar as direitas jubilosas com a desgraça que a tantos afetou...

1 comentário:

  1. A escumalha direitista, isto é, os lacaios de Pedro Passos Coelho vão, tentando explorar a néscia ignorância de grande parte da população, dizer, como o faria a sumidade de nome Donald Trump, que isto são tudo tretas e que o incêndio ocorrido em Pedrogão Grande não foi mais que uma réplica dos havidos em anos anteriores. Ocultar que as alterações climáticas estão aí e que fenómenos atmosféricos semelhantes ao ocorrido têm probabilidade de acontecer noutros locais, é criminoso, por inquinarem a única saída para a mitigação dos seus nefastos efeitos, o excelso ordenamento ordenamento de toda a floresta portuguesa.

    ResponderEliminar